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Thomas Bach veio ao Brasil para evento que marca contagem regressiva de um ano para os Jogos Olímpicos de 2016

Thomas Bach, presidente do COI, pratica esporte na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro
Silvia Izquierdo/AP
Thomas Bach, presidente do COI, pratica esporte na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

Em passagem pelo Rio de Janeiro para o evento que marca a contagem regressiva de um ano para os Jogos de 2016, o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Thomas Bach, esteve na praia da Barra da Tijuca nesta terça-feira. O alemão de 61 anos não resistiu ao calor carioca e aproveitou para mergulhar e praticar esportes na areia.

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O mergulho foi a deixa para que Bach fosse questionado pelos jornalistas sobre a polêmica a respeito da qualidade da água na Lagoa Rodrigo de Freitas e na Baía de Guanabara, que por promessa de campanha estariam despoluídas para receber três modalidades olímpicas - canoagem velocidade, remo e vela -, o que não deverá acontecer a tempo dos Jogos.

"O importante é termos boas condições para os atletas. Estamos monitorando perto. De um ano até os Jogos teremos grandes competições. Parte do legado estará pronto e sei que isso irá continuar", completou. 

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No evento na praia, Bach ganhou uma camisa personalizada da seleção brasileira das mãos de Gilmar Rinaldi, diretor da CBF, e até arriscou uma jogada de rúgbi com jogadores que treinavam na praia. Fazia poucas horas que o dirigente estava no Brasil - ele veio da Malásia, onde ocorreu uma reunião do comitê executivo do COI na última semana.

"Depois de mais de 24 horas de voo, jogar vários esportes olímpicos ao lado de atletas, na praia, é assim que tem de ser. É uma data importante para os cariocas, para o Brasil, porque vão ter um grande legado. Existe um Rio de Janeiro antes dos Jogos Olímpicos e outro muito melhor depois", analisou Bach.

Nesta quarta-feira, 5 de agosto, faltará um ano para a abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.


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