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Paulista reforça a equipe brasileira no Circuito Mundial no melhor momento do País, que vem de dois títulos consecutivos

Caio Ibelli chega à elite para reforçar a
Divulgação/WSL
Caio Ibelli chega à elite para reforçar a "Brazilian Storm"

Campeão da divisão de acesso do Circuito Mundial de Surfe em 2015, o paulista Caio Ibelli, de 22 anos, ganhou a vaga automática na elite do esporte, que tem o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, como atual campeão e já se prepara para estrear, o que deve acontecer em março, nas ondas de Gold Coast, Queensland, Austrália.

"Minhas expectativas são boas. Vim treinando forte esse mês todo. Acabei de pedir minhas pranchas pra essa temporada e acho que daqui a algumas semanas estarei pronto para ir à Austrália com minhas pranchas. Acho que a galera pode esperar alguém que vai se dedicar bastante, que está focado... Vou com bastante raça e fé e se Deus quiser vai ser um bom primeiro ano na minha carreira no Circuito", afirmou o surfista.

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Estreante na "primeira divisão do surfe", Ibelli apontou ainda quais serão as etapas mais trabalhosas do ano. 

"A mais desafiadora com certeza vai ser Chopo (Teahupo'o, Taiti). É um lugar que ainda não fui, mas vou algumas vezes antes do evento começar para poder me habituar melhor. Acho que nas ondas de Chopo eu possa me dar bem. Fiji, Jeffreys bay eu gosto bastante também. Vou tentar focar bastante nessas ondas boas, acho que é onde, de repente, eu possa me dar melhor", opinou o brasileiro.

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"Nunca surfei em Fiji, lá é mais complicado de ir antes, por isso vou chegar dez dias antes do evento para treinar. Tenho bastante expectativa para Fiji, ondas de tubo, de manobra... Vou treinar bastante e levar as pranchas certas para fazer um bom resultado lá também", continuou.

Por fim, Caio ressaltou a importância de o Brasil ter dois títulos consecutivos (Gabriel Medina em 2014 e Mineirinho em 2015) e também seu foco principal para a estreia.

"Acho que há três anos ter um campeão mundial vindo do Brasil estava bem distante, quase que impossível. Nos dois anos tivemos dois campeões mundiais um seguido do outro e vemos que o sonho é possível e não tão longe como pensávamos que era. Com certeza da uma esperança de poder começar o ano com o pé direito. Não é nem o fato de ser campeão mundial, pois o que quero é me manter e terminar no top 15, essa é minha missão para 2016", finalizou o jovem campeão do WQS.

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