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Intenção é que os jovens tenham um maior acesso ao tênis de mesa, fazendo com que mais talentos sejam descobertos no Brasil

Visando uma popularização ainda maior da modalidade, a CBTM (Confederação Brasileira de Tênis de Mesa) assinou uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, onde disponibiliza a metodologia de treinamento do esporte e oferece suporte técnico aos professores que atuam nas escolas de primeiro segmento, acompanhando o desenvolvimento das aulas.

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A intenção é que os jovens tenham um maior acesso ao tênis de mesa , fazendo com que mais talentos sejam descobertos no Brasil e, consequentemente, o esporte se transforme em uma potência dentro do País. E o projeto mostra que os resultados positivos conquistados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro já começam a dar frutos.

Hugo Caldeirano em ação no tênis de mesa das Olimpíadas
Rio 2016/REPRODUÇÃO
Hugo Caldeirano em ação no tênis de mesa das Olimpíadas

Para Cristina Brum, coordenadora de prática esportiva da Secretaria Municipal de Educação, o que aconteceu durante as Olimpíadas e Paralimpíadas Rio 2016 mexe com a imaginação das crianças, fazendo que que elas tenham ainda mais vontade de praticar a modalidade.

"Os bons resultados nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos têm grande influencia no nível de interesse dos alunos. Eles começam a sonhar em se tornar um atleta de alto rendimento e subir no mais alto degrau do pódio", disse Cristina.

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"A supervisão e acompanhamento da Confederação Brasilera de Tênis de Mesa resulta no aperfeiçoamento técnico do professor de educação física em seus programas de treinamento, influindo diretamente na performance dos alunos nas diversas competições", completou a coordenadora.

Incentivo ao esporte

Além disso, a CBTM acaba incentivando de maneira direta a prática. "O esporte dentro do espaço escolar tem a finalidade de dar oportunidade para que crianças e jovens com vocação esportiva possam desenvolver plenamente seus potenciais e principalmente terem acesso a uma educação de excelência", afirmou Cristina Brum.

Segundo a coordenadora, os GEOs (Ginásio Experimental Olímpico) vem tendo ao longo dos últimos três anos trajetórias exitosas e o tênis de mesa é uma dessas modalidades. Em 2016, as unidades já receberam o apoio do Comitê Olímpico Holandês visando ter o esporte como um dos pilares para o crescimento dos alunos dessas escolas. Durante a Olimpíada, o mesatenista holandês Trinko Keen fez uma visita a uma das GEOs.

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A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) e também da Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal, oferecida pelo Ministério do Esporte.

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