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Agência contará com fundo de 10 milhões de dólares para desenvolver novas tecnologias no combate ao doping

Craig Reedie (à direita), novo presidente da Wada
Getty Images
Craig Reedie (à direita), novo presidente da Wada

Ex-presidente da Associação Olímpica Britânica, Craig Reedie assumiu nesta quinta-feira a presidência da Wada (sigla em inglês para agência mundial antidoping). A aposta do novo dono do cargo no que diz respeito ao controle de substâncias proibidas é a utilização de fios de cabelo de atletas em exames.

A medida, segundo Reedie, é uma das novas linhas estudadas de combate ao doping pela Wada, que terá à disposição 10 milhões de dólares para o desenvolvimento de novas tecnologias.

"Este novo fundo que o COI (Comitê Olímpico Internacional) criou é uma grande oportunidade para avançarmos no combate ao doping. Nossos cientistas estão observando alternativas para identificar substâncias banidas", disse Reedie ao jornal inglês The Guardian .

"Nós testamos em amostras de sangue e de urina, mas agora estamos pesquisando outras alternativas, como por que não usar fios de cabelo. Essa é uma pesquisa realmente interessante e significa que nós olhamos para abordagens que eram consideradas extravagantes antigamente", completou.

Em agosto, a Wada suspendeu o Ladetec, único laboratório credenciado pela agência mundial até então e que seria o responsável pelas análises dos exames de doping na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, no Rio. com relação a isso, Reedie disse confiar na possibilidade de transportar para a Suíça todos os exames feitos no país durante o Mundial deste ano. 

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