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05/12 - 20:47

Cubano aprova novo formado da disputa

"É um formato interessante também para o público, que consegue acompanhar com mais facilidade o que está acontecendo", disse Oscar Cardenas

Gazeta Esportiva

O judoca cubano Oscar Cardenas, reforço do Esporte Clube Pinheiros no Grand Prix Nacional masculino, aprovou o novo formato do torneio que começa neste sábado, em Porto Alegre. A partir de uma chave olímpica com repescagem, a idéia é garantir maior agilidade à disputa e valorizar cada confronto.

'Achei bem melhor, pois não desgasta o atleta tanto como antigamente. Em 2006 perdi a conta de quantas lutas fiz. É um formato interessante também para o público, que consegue acompanhar com mais facilidade o que está acontecendo', afirma o judoca cubano, campeão na temporada de 2006.

Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, Tiago Camilo é um dos principais nomes do evento. 'Vou lutar firme e espero ajudar o Pinheiros a conquistar o tri', declarou o reforço da equipe paulista, uma das primeiras a chegar ao hotel oficial que recebe o evento na capital gaúcha.

Em um rápido congresso técnico, realizado no próprio hotel, os clubes participantes receberam alguns esclarecimentos sobre a competição. O principal ponto apresentado pelo diretor técnico do Grand Prix, Robnelson Ferreira, foi a nova aplicação dos cartões amarelos e vermelhos no evento.

'O atleta ou técnico que tiver uma atitude que seja merecedora de cartão amarelo, causará à equipe uma punição de shido sobre o judoca que estiver em ação no tatame. Já o cartão vermelho acarretará na eliminação e suspensão automática do lutador ou treinador', explicou o diretor técnico.

Já o diretor de arbitragem do Grand Prix, José Pereira, ressaltou que não haverá mudanças nas regras do judô para o torneio, já que as alterações estudadas pela Federação Internacional nos últimos meses ainda não foram oficializadas. Ele também prometeu rigor na medição dos quimonos dos atletas.

'O que ganha a luta não é o tamanho do quimono e sim o judô apresentado. O prejuizo de um shido no cartão amarelo ajudará na disciplina. O Grand Prix não é um torneio difícil de arbitrar, porque é um torneio que reúne os melhores judocas do país, mas é preciso ter atenção constante', afirmou Pereira.


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