Tamanho do texto

Além de Thiago Silva, outros atletas do UFC como Jake Shields, Nick Diaz, Matt Riddle, entre outros, já foram pegos no antidoping por causa do uso de maconha

Sem papas na língua, o brasileiro Thiago Silva defendeu o uso da maconha entre lutadores do UFC. O peso meio pesado, que está suspenso após ser pego no exame antidoping por causa do uso da maconha, retorna ao octógono mais famoso do mundo na final do TUF Brasil 2, dia 8 de junho, em Fortaleza. Na terceira luta mais importante do evento, Thiago Silva vai enfrentar Rafael Feijão, parceiro de treinos de Anderson Silva.

Deixe o seu recado e comente a notícia com outros torcedores

“É muito complicado falar disso. Muitos caras gostam de beber. Eu não bebo, gosto de fumar. Não fumo mais, porque realmente não posso (por conta da carreira), mas eu gostava muito porque me ajuda a relaxar”, comentou o lutador brasileiro, em entrevista ao site de BJ Penn, ex-campeão do UFC.

Thiago Silva ainda citou como exemplo a Califórnia. No estado norte-americano, o uso terapêutico da maconha é liberado mediante receita médica. Além da Califórnia, 17 outros estados também liberam a maconha para uso medicinal. De quebra, em Washington, a planta foi legalizada para fins recreativos.

Leia mais: Nick Diaz posta foto de maconha em meio à suspensão do UFC

“Não é uma droga como todo mundo diz. Na verdade, é legal na Califórnia. Para ser sincero, não acho que é justo punir o lutador, porque a maconha não muda sua performance dentro do octógono”, justificou.

Além de Thiago Silva, outros atletas do UFC como Jake Shields, Nick Diaz, Matt Riddle, entre outros, já foram pegos no antidoping por causa do uso de maconha. No ano passado, inclusive, a Comissão Atlética do Estado da Califórnia fez campanha para autorizar o uso de maconha medicinal entre os lutadores.