Jogadores posam para foto oficial na vitória sobre o Cruz Azul
Gilvan de Souza/Flamengo
Jogadores posam para foto oficial na vitória sobre o Cruz Azul

A temporada que ficará para sempre na memória dos torcedores está muito perto do fim. Mas ainda falta um grande desafio, que pode muda-la de patamar. O Flamengo  enfrenta o  PSG, nesta quarta-feira (17), às 14h (de Brasília), no estádio Ahmad bin Ali, em Doha, no Catar, pela final final da Copa Intercontinental . Esta é a terceira real possibilidade do clube reconquistar o mundo, após 44 anos de espera por mais um título desta dimensão.

Com os anos recentes de glória na Libertadores, que culminaram em três canecos, o rubro-negro também disputou o torneio em 2019 e 2023. E apesar de não chegarem ao lugar mais alto do pódio em ambas edições, viveu experiências bem distintas nela. Na última teve uma participação decepcionante, ao cair na semifinal para o Al-Hilal, enquanto na outra vendeu muito caro a derrota para o Liverpool na decisão.

🔥Odds final do Intercontinental
PSG Flamengo
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Como Fla volta à final 6 anos depois

Assim como atualmente, o Fla chegava para final contra os Reds em alta, depois de levar os títulos do Campeonato Brasileiro e Libertadores . A equipe comandada por Jorge Jesus — na época — fez uma grande partida contra um adversário que liderava a Premier League com sobras e de forma invicta. Não à toa, ela foi decidida na prorrogação, quando Roberto Firmino marcou o único gol. Desde que bateu na trave pelo mundo de novo, muita coisa mudou, algumas para melhor e outra para pior.

Mais opções para mudar o jogo

O Flamengo proporcionou muitas dificuldades para o Liverpool naquela ocasião. No entanto, houve uma visível queda no nível de atuação quando o português precisou fazer substituições, que expuseram a disparidade entre titulares e reservas no plantel. O gol perdido por Lincon, ainda considerado uma promessa, e que daria o empate, é uma prova disso.

Após meia década, o clube vive uma realidade financeira bem melhor.  Consequetemente, o elenco está muito mais incorpado nesta momento, deixando Filipe Luís repleto de opções não somente para montar a escalação inicial, como também para promover modificações que podem transformar a partida.

Sem time titular incontestável

Apesar de ter muito mais possibilidades no material humano que tem à disposição, o treinador ainda não conseguiu encontrar uma equipe ideal incontestável, algo que marcou positivamente a passagem de Jesus no Ninho do Urubu. É fato que do goleiro até o meio de campo já está tudo definido. No ataque, entretanto, muitas dúvidas pairam na cabeça de Filipe.

Menos poder no ataque

Um dos grandes símbolos daquele histórico Flamengo de 2019 era a dupla de frente, formada por Bruno Henrique e Gabigol — fizeram juntos 78 gols no ano. Mesmo com números ofensivos serem semelhantes aos desta temporada, o setor é o único que as posições seguem sem dono, neste momento: Cebolinha e Samuel Lino pela esquerda; Luiz Araújo e Carrascal pela direita; e Plata e o camisa 27 disputam as três vagas no time.

 Arrascaeta no auge

Se o torcedores sentem falta do que Bruno e Gabigol tinham a oferecer há seis anos, a outra peça do trio que marcou história no clube ainda está no rubro-negro, e ainda mais forte. Arrascaeta já era um dos grandes nomes da equipe naquela época, mas agora se tornou o grande protagonista dela. O uruguaio vive a melhor temporada da carreira, com 25 gols e 20 assistências, seu recorde em ambos. Os números aliados ao desempenho o credenciaram como craque do último Brasileirão e Rei da América. 

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