Adversário do Flamengo
na final do Intercontinental
— após o rubro-negro vencer o Pyramids por 2 a 0
—, o Paris Saint-Germain
já perdeu para um clube brasileiro em 2025. Foi diante do Botafogo, ainda na fase de grupos da Copa do Mundo de Clubes, quando o time carioca venceu por 1 a 0, no Rose Bowl, nos Estados Unidos.
O responsável por essa façanha foi o técnico Renato Paiva, hoje sem clube após ser demitido pelo próprio Botafogo apenas dois jogos após o feito e pelo Fortaleza, que terminou rebaixado no Brasileirão.
Em depoimento publicado no jornal O Globo em julho, o treinador detalhou nos pormenores como montou a estratégia daquela partida, o que pode servir de referência para Filipe Luís montar seu plano para o jogo contra o PSG na quarta-feira (17).
Em 19 de junho, o Botafogo teve uma postura extremamente defensiva — bem diferente da característica do Flamengo — e conseguiu a vitória com um gol de Igor Jesus aos 35 minutos do primeiro tempo.
Anular pontos fortes do rival
Segundo o treinador português, ele buscou anular os pontos fortes do time francês.
“O PSG é um time que gosta de acumular jogo por dentro, com associações curtas e rápidas. Quando a bola cai nas pontas, é geralmente para buscar o um contra um, mas eles não são uma equipe de cruzamentos. E foi aí que conseguimos desmontá-los: levamos o jogo para onde eles não gostam de jogar”, relatou Paiva, em depoimento publicado pelo Globo.
“Toda vez que a bola ia para a lateral, os três médios (jogadores de meio-campo) deslizavam para aquele lado para evitar o jogo por dentro ou a bola curta de fora para dentro, que é uma das armas do PSG. Foi assim que construímos a vitória. E tivemos jogadores que executaram com disciplina e inteligência.”