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Atacante é única dúvida para equipe que enfrenta o Cruzeiro, no domingo

Com três desfalques certos para o jogo de domingo, o técnico Tite avisou nesta sexta-feira que vai esperar pela reavaliação de Jorge Henrique antes de definir a escalação do Corinthians para a partida contra o Cruzeiro. O atacante deixou o campo na quarta sentindo dores musculares na coxa.

Jorge Henrique não foi a campo nesta sexta
AE
Jorge Henrique não foi a campo nesta sexta

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"Estou aguardando uma posição até amanhã [sábado]. Seguramente ele vai fazer algum trabalho com o pessoal da preparação. A definição vai ficar para amanhã", afirmou o treinador, que terá os desfalques de Fábio Santos, suspenso, e Julio Cesar e Liedson, machucados.

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Tite confirmou que contará com Emerson no ataque, na vaga de Liedson, e os estreantes Renan, no gol, e Ramon, na lateral. Se Jorge Henrique não tiver condições, Alex poderá começar como titular, mais avançado no meio-campo. O treinador garantiu que não mudará o sistema tático por conta da eventual ausência do atacante.

"O sistema não muda. Muda o atleta, mas o sistema não. Não quero ficar mexendo na organização do time. A possibilidade é a entrada de Ramon, Emerson e Renan", declarou o técnico, que minimizou os desfalques. "É por isso que falo em equipe. Está aí a oportunidade para entrar e produzir bem. É a equipe que ganha alguma coisas, e não os 11 titulares".

"Todos são importantes, surge o momento de cada um. Briga, rivalidade por posição vai acontecer. Mas não pode haver o 'eu sou o cara, eu estou bem, vou jogar'", reforçou o treinador, que não mostrou preocupação com a estreia do jovem Renan. "Ele está com uma expectativa muito grande e está focado no trabalho para produzir o que fez no Avaí".

Em relação ao adversário, Tite disse esperar uma grande partida no domingo. "Só posso dizer que o Cruzeiro é uma extraordinária equipe, que manteve sua base. Vai ser um grande clássico. A gente está em grande fase, mas tem de ser assim em cada jogo".

Para o treinador, o diferencial do Corinthians tem sido a forte marcação e o bom preparo físico. "A equipe marca muito, mas faz pouca falta. É competitiva e leal. Dá para roubar a bola e ser leal", comentou. "Fizemos um ajuste de cargas de trabalho para não estourar os atletas", ressaltou.

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