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No sabádo, meia do Botafogo voltará a atuar após sete meses da grave lesão sofrida no joelho esquerdo

Foram mais de sete meses de trabalho e espera que devem ser encerrados neste sábado, no amistoso contra o Friburguense. É nesta partida, aparentemente sem grande importância para a torcida do Botafogo , que o meia Maicosuel voltará aos gramados após a grave lesão que sofreu no joelho esquerdo, no Campeonato Brasileiro de 2010, durante um empate contra o Vasco, no dia 22 de setembro.

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Controlando a ansiedade, mas feliz pela oportunidade de recomeçar a carreira, que ficou em risco pela séria contusão, Maicosuel estabelece metas modestas para curto prazo, sabendo que deve jogar apenas 30 minutos do amistoso, mas ambiciosas para o futuro no Botafogo, pensando em títulos e até mesmo em seleção brasileira.

"Já estou muito feliz de estar voltando no sábado. Caio Júnior já me disse que vou jogar 20, 30 minutos. Vou tentar dar o meu melhor. Sei que vai ser difícil, estou abaixo fisicamente, mas vou dar o máximo", disse Maicosuel. "Espero que essa nova passagem seja melhor, possa apresentar um bom futebol e conquistar meus objetivos individuais e coletivos. Sendo campeão aqui, vou poder pensar em seleção e premiações individuais", disse o meia do Botafogo.

Mesmo com o status de ídolo intacto com a torcida, Maicosuel acredita que as últimas eliminações do Botafogo na Copa do Brasil e Campeonato Carioca podem aumentar a pressão sobre ele no retorno aos campos. O jogador acredita que será cobrado da mesma maneira que outros atletas, caso não renda o esperado.

"Acho que a torcida não vai me dar um tempo, pois sempre age com emoção. Se for mal contra o Palmeiras, sei que o torcedor vai cobrar. Assim como dirigentes e imprensa. Sei da responsabilidade que é jogar no Botafogo, nunca fugi. Se não for bem, vou ser tão cobrado quanto os outros".

Se a saudade de entrar em campo e atuar pelo Botafogo fica clara nas declarações de Maicosuel, outros deveres da profissão não trazem tanta nostalgia ao meia. Voltando a ser relacionado para as partidas do clube, o jogador terá que retomar a rotina de viagens e concentrações longe da família, o que não é exatamente motivo de alegria para o meia. "Da concentração não, mas digamos que da conversa sim. O melhor é dormir em casa com a esposa. Vou ter saudade de dormir ao lado do Alessandro? É melhor não, né (risos)".

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