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Equipe do interior teve mais a bola e poderia ter complicado o jogo, segundo o técnico

Após a vitória por 2 a 0 sobre o Mogi Mirim , o técnico do Palmeiras , Luiz Felipe Scolari , não tinha muitos elogios a fazer ao time. Reconhecendo a má atuação da equipe, o comandante preferiu exaltar as qualidades do volante Marcos Assunção , que marcou dois gols na partida e ainda deu outras duas assistências no Paulista , totalizando participação em quatro dos seis tentos palmeirenses no Estadual.

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"É um jogador que bate muito bem na bola, coloca onde quer. Ainda temos alguns jogadores altos que atrapalham a visão do goleiro adversário, então a possibilida de conseguir um gol nessa jogada é muito grande. É importante no futebol mundial atualmente ter esse tipo de jogador, pois ele pode decidir em um lance de bola parada", afirmou.

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O técnico também lembrou que Assunção está sempre incentivando os companheiros a treinarem bola parada, já que nem sempre poderá jogar. "Ele convida alguns jogadores para que se especializem mais na batida da bola. Normalmente nos treinamentos lá estão o Valdivia , o Daniel Carvalho , o Carmona . Ele serve de referência aos colegas e os incentiva", disse.

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Felipão também reconheceu que a equipe do interior teve a bola mais tempo que o Palmeiras na noite de quarta-feira. O Mogi Mirim teve 56,93% da posse, contra 43.07% do adversário, segundo dados do Footstats . Para o treinador do clube alviverde, o adversário foi melhor e poderia até ter complicado mais o jogo.

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"Não tivemos a posse de bola como nos ourtos jogos, quem trabalhou mais a bola foi o adversário. Nós vencemos na experiência, na bola parada. Aproveitamos o primeiro gol, que criou uma dificuldade a mais para eles. Falei para o Guto (Ferreira, técnico do Mogi) e para o Rivaldo (presidente do clube) que se o Mogi jogar dessa forma é um time que birga pela classificação tranquilamente", afirmou Scolari.

Volante exalta conjunto palmeirense
Apesar das palavras de Luiz Felipe Scolari, o heroi da noite preferiu ser modesto e dividir as glórias. Marcos Assunção disse que os gols de falta são fruto de treinamento exaustiv: "É o conjunto, nunca só eu. Todo o time correu e lutou. Conseguimos o esperado que eram os três pontos. As faltas fazem parte do jogo, mas em alguns jogos eu não vou acertar. Por isso, eu trabalho duro, bato de 35 a 40 faltas por treino. Trabalho muito para suportar tudo isso, porque às vezes tenho uma chance ou duas e preciso estar perto da perfeição", afirmou o capitão do Palmeiras.

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