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Vice-presidente do time disse que não há negociações com o meia no momento, mas tem certeza que ele voltará ao elenco paulista

AP
Kaká foi titular do Real Madrid na partida contra o Málaga na terça-feira
Em 2011, o São Paulo conseguiu trazer Luis Fabiano ao pagar mais de R$ 17 milhões ao Sevilla, da Espanha. Mas a diretoria avisa que não fará nada parecido para tirar Kaká do Real Madrid neste ano. A diretoria tem certeza que o jogador vendido pelo clube ao Milan em 2003 retornará ao Morumbi, mas quando se sentir insatisfeito na Europa.

"O Luis queria voltar ao Brasil e isso favoreceu muito a negociação. O Kaká não está infeliz na Europa, mas quer continuar lá, é muito bem remunerado. Vai haver no futuro um momento para ele retornar, ele até se manifesta nesse sentido", falou o vice-presidente de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes, à rádio Estadão/ESPN .

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Há dois anos e meio no Real Madrid, o melhor jogador do mundo na eleição da Fifa em 2007 tem sua trajetória no clube espanhol atrapalhada por lesões. Nessa terça-feira, até chegou a ser titular em duelo contra o Málaga, pela Copa do Rei, mas saiu no intervalo e viu do banco o time vencer por 3 a 2 com três gols em dez minutos .

A situação faz o meia ser cotado no Paris Saint-Germain ou no Manchester City, mas não ainda no Brasil. Por isso, a postura são-paulina em relação ao jogador vendido há quase nove anos é sintetizada pelo presidente Juvenal Juvêncio: "Não se vai atrás do Kaká. Espera-se ele vir".

"Não estamos [negociando com o Kaká], digo com toda a franqueza. É obvio que gostaríamos de tê-lo, mas entendemos que o seu momento na Europa não permite a vinda por enquanto. Mas tenho certeza que o Kaká virá", insistiu Jesus Lopes, reforçando que, em março do ano passado, Luis Fabiano fez força para sair do Sevilla.

Além de Kaká, existe a promessa de que, no futuro, Lugano , do PSG, retornará e Forlán , da Inter de Milão, realizará o sonho do pai vestindo a camisa do São Paulo. "O Lugano vive declarando a intenção de voltar, e tenho certeza que o Forlán vestirá a nossa camisa. Mas são circunstancias diferentes da do Luis Fabiano", repetiu o vice-presidente.

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