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Camisa 10 arrasta multidão por onde passa na cidade boliviana na qual o time faz adaptação para jogo contra o Potosí na altitude

Sucre está em festa. A capital histórica da Bolívia mudou com a chegada de um astro que mexe com a emoção dos bolivianos, brasileiros que residem e estudam na cidade e turistas que desvendam as belezas da região. Todos querem ver, chegar perto, tirar fotos, conseguir autógrafos, ou mesmo um aceno de mãos de Ronaldinho Gaúcho . O camisa 10 do Flamengo , que faz período de adaptação em Sucre para a partida do dia 25 contra o Real Potosí, a mais de quatro mil metros de altitude, é o centro das atenções.

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Se no aeroporto cerca de 200 torcedores fizeram festa para a chegada do time, especialmente para R10, na porta do hotel, na entrada para o Estádio Olímpico da Pátria, ou por onde quer que o jogador passe, a euforia toma conta do povo. Gritos, empurrões, correria, histeria. É assim que Sucre se comporta diante da presença do craque. A menina Juliana, de 12 anos, bem que tentou, mas só conseguiu ver o jogador de longe no aeroporto. Não se importa, quer vê-lo jogar contra o Potosí.

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“Não consegui autógrafo, tinha muita segurança. Espero que seja 3 a 1 para o Flamengo , ou algo assim. Com gol do Ronaldinho , claro”, disse a menina.

O governo de Sucre fez uma homenagem ao jogador, oferecendo um traje típico boliviano. Ronaldinho vestiu e agradeceu , seguindo para cumprimentar os torcedores.

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O primeiro trabalho na altitude foi uma espécie de treino físico com bola. Os jogadores deram voltas no gramado e depois fizeram trabalhos de um toque e as famosas “rodas de bobo”, tendo como principal objetivo não interromper a movimentação.

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