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Diretor está tranquilo quanto ao financiamento do "Fielzão" e vê anúncio oficial para breve

O Corinthians tem até o final deste mês para fechar a conta do quanto vai gastar para levantar seu estádio em Itaquera, candidato a ser palco da abertura da Copa de 2014. Com as obras já iniciadas, o  clube recebeu a notícia nesta quarta-feira de que o Ministério Público Federal (MPF) orientou a Petrobrás a não mexer nos dutos que passam por baixo do terreno na zona lesta da capital paulista. Tal pedido poderia atrasar ainda mais as obras, mas isso não causa preocupação no Corinthians.

Terreno em Itaquera onde será construído o estádio corintiano
Guilherme Tosetto, iG São Paulo
Terreno em Itaquera onde será construído o estádio corintiano
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O diretor de marketing, Luís Paulo Rosenberg, responsável designado pelo presidente Andrés Sanchez para cuidar do assunto, diz não estar preocupado com o pedido do MPF e segundo ele, o financiamento está sendo fechado nos próximos dias.

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O Corinthians pede R$ 400 milhões junto ao BNDES e conta com mais R$ 420 milhões em incentivos fiscais da prefeitura de São Paulo para fechar o valor do estádio em R$ 820 milhões.

Em entrevista com iG , por e-mail, Rosenberg disse que tudo está sendo bem conduzido. Perguntado sobre como está a arregimentação do acordo entre o clube e o BNDES para a liberação dos R$ 400 milhões, ele respondeu que o banco está ciente do que foi pedido e que ao contrário do que sugeriu o MPF, a assinatura do acordo com o BNDES não é necessária.O Corinthians negocia com outras empresas além da Odebrecht para dar continuidade à obra após a terraplanagem, que durará três meses.

“Gostei do ‘arregimentação’, mas o termo preciso é comprometimento. Não preciso ter contrato assinado com BNDES, mas sim a manifestação formal deles de que o que estamos propondo é aceitável. O Cid (Comprovante de Incentivo ao Desenvolvimento) já deverá ter sido aprovado” disse Rosenberg. Na sexta-feira passada, o prefeito Gilberto Kassab liberou R$ 420 milhões em incentivos fiscais à obra no Fielzão . “Nós não cedemos: nosso estádio tem que ser motivo de inveja geral, pela monumentalidade e pela rentabilidade”, concluiu.

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