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Contratações de atletas longe de serem unanimidade e bastidores turbulentos perpetuam clima de incertezas

A crença popular afirma que o verde é a cor da esperança. E 2012 tem tudo para reforçar este ditado. Pelo menos no futebol. O Palmeiras se planeja e, por mais um ano consecutivo, faz seu torcedor viver de interrogações. Afinal, Valdivia vai voltar a jogar um bom futebol? Daniel Carvalho está focado? O grupo vai ter um líder para substituir Marcos? Felipão vai conseguir honrar seu salário?.

O ano de dúvidas começa pelo gol. Bruno e Deola brigam pela posição. Os dois sabem que é impossível ocupar o cargo que é de Marcos nos próximos anos. Só verdadeiros milagres em jogos mais do que importantes transformariam os goleiros em jogadores inesquecíveis e minimizariam a saudade de Marcos.

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Ainda no setor defensivo, mais esperanças. Será que Henrique vai voltar a jogar a bola que atraiu a atenção do Barcelona? Adalberto Román, zagueiro contratado do River Plate, conseguirá brigar pela titularidade? A dúvida também existe na lateral esquerda. Juninho foi eleito um dos melhores da posição no Figueirense e logo contratado. Mas sua perfomance em time grande ainda é uma incógnita.

Juninho vai dar certo no Palmeiras?
Danilo Lavieri
Juninho vai dar certo no Palmeiras?

Na hora de armar o time, Daniel Carvalho e Valdivia são jogadores técnicos. Nenhum torcedore nega isso. O problema é saber se ambos conseguiram ficar focados e voltarem a exibir o futebol que o consagraram como bons jogadores. Um no Internacional e outro no próprio Palmeiras.

No ataque, a esperança é de que a diretoria se mexa. Ricardo Bueno e Fernandão estão longe de receberam a confiança do torcedor, assim como Luan, jogador que completa o setor. O problema é que nenhum nome de peso está sendo conversado para o setor. Resta saber se Luiz Felipe Scolari conseguirá tirar um coelho da cartola para ocupar a camisa 9.

Fora de campo, as dúvidas também persistem. O departamento de marketing, que a toda hora é envolvido em planos de mudanças que não saem do papel, tenta achar um parceiro para estampar o peito da camisa palmeirense, assim como uma substituta da Unimed, que é dona da barra traseira do uniforme. Ainda no camoo dos cartolas, César Sampaio ainda precisa trazer nomes de peso para ter o mesmo respeito que tem dos torcedores da sua época de volante.

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