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Zagueiro atleticano fez seu único gol como profissional em uma partida que teve Lima como seu parceiro

Na partida desta quarta-feira contra o Fluminense , o Atlético-MG vai ter a defesa formada por Lima e Werley , já que os titulares estão suspensos . Ambos foram revelados na base atleticana, mas em épocas diferente. O encontro no clube mineiro ocorreu depois que Lima voltou à Cidade do Galo, depois de três anos defendendo o Bétis, da Espanha. Embora não tenham jogado juntos em 2011, eles formaram a dupla de zaga atleticana em cinco partidas no ano passado.

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E foi justamente numa das vezes que estava ao lado de Lima que Werley fez o seu primeiro, e por enquanto único, gol como jogador profissional. Foi do camisa 22 do Atlético-MG o gol de empate na virada sobre o Corinthians , na Arena do Jacaré. O jogo foi válido pela 28ª rodada do Brasileirão e a situação era ainda pior, já que o time atleticano estava dentro da zona de rebaixamento. A partida contra o Corinthians era apenas a quarta de Dorival no comando do Atlético-MG.

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Como a parceira com Lima é de boas recordações , Werley espera ajudar o seu clube mais uma vez. Primeiro na sua função, evitando gols, mas sem deixar de ir até a área adversária nas bolas paradas. “Meu primeiro jogo como profissional foi uma lembrança muito boa e tomara que possamos repetir e venha a vitória. Se tiver a oportunidade de num escanteio ir para a área ajudar a equipe, eu, Lima ou qualquer outro jogador, quem sabe não sai gol?”.

nullDepois que Réver e Leonardo Silva , duas vezes, fizeram os gols do Atlético-MG na vitória sobre o Avaí , na segunda rodada, nenhum zagueiro atleticano marcou mais. Curiosamente foi a última vez que o time mineiro fez gols em cobranças de escanteio . Se já estava difícil com os titulares, a missão vai ser mais complicada ainda com os reservas. Já que Lima e Werley são mais baixos que Leonardo Silva e Réver, que têm mais de 1,90m.

Apesar da diferença em alguns centímetros, Werley não se mostra preocupado. O defensor atleticano cita exemplos de outros zagueiros brasileiros, que não são tão altos fisicamente, mas são gigantes quando estão dentro do campo.

“Isso não tem nada de mais. Se for pegar, a maioria dos zagueiros do Brasil como Thiago Sillva , que tem 1,83m, o Miranda que foi para fora tem 1,85m, então não foge muito disso. É procurar ficar bem posicionado para que a gente não seja surpreendido”.

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