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Ao ver drible de lambreta, Guiñazu comemora por não precisar marcar o companheiro de time

Leandro Damião dá chapéu de lambreta em rival argentino durante amistoso em Córdoba
Reprodução
Leandro Damião dá chapéu de lambreta em rival argentino durante amistoso em Córdoba
Nada parece abalar Leandro Damião. A imagem do drible de lambreta feito pela seleção brasileira sobre a Argentina correu o mundo. Mas o atacante não muda de postura. Ele desembarcou nesta quinta-feira em Porto Alegre. O pensamento é só no Inter.

“Eu estou tranquilo, meu contrato vai até 2016. Pensamento é no Inter, tem o jogo do Brasileirão”, disse.

Ele já está focado na partida de domingo, 18h, contra o Coritiba, no Beira-Rio. São 13 gols no Brasielirão, três a menos que Borges, do Santos.

“Vou continuar o mesmo trabalho, cada dia mais. Tenho treinado muito pra isso”, projetou.

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O camisa nove voltou a explicar a lambreta que deu no jogador da Argentina. O drible não foi novidade para Damião e poderá ser repetido outras vezes.

“Lance raro, foi o momento, aproveitei que o zagueiro estava meio distraído. Pena que a sequência não foi boa. Comecei a fazer na várzea. É um lance que gosto de fazer. O jogo estava 0 a 0, precisávamos do resultado”, explicou.

No Beira-Rio, o lance também repercutiu. O volante Guiñazu era um dos que estava acompanhando pela tv o jogo entre Brasil e Argentina. “Ufa”, suspirou, ao saber que não era ele que estava marcando o goleador.

“Só de ele ter a iniciativa de um lance desses já é um jogador especial, ainda mais vestindo a camisa do Brasil contra a Argentina. Acho que o jogador ficou um pouco surpreso. Era como se ele tivesse dizendo: ‘Alguém me salva’. É o lindo do futebol. Alegria que não tenho que marcar ele”, comentou Guiñazu.

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