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Meia afirmou ser respeitado em todo o mundo por seu caráter e que "não precisa provar nada a ninguém"

AE
Rivaldo voltou nesta sexta para São Paulo depois da eliminação na Copa do Brasil diante do Avaí
A relação entre o técnico Paulo César Carpegiani e o meia Rivaldo ficou mesmo insustentável. O desentendimento começou ao final da derrota para o Avaí que eliminou o São Paulo da Copa do Brasil e continuou até a manhã desta sexta-feira, quando o time desembarcou na capital paulista sem a presença do treinador , que foi a Porto Alegre para passar o final de semana com sua família.

Ainda no gramado do estádio da Ressacada, Rivaldo se disse humilhado por ter ficado o jogo inteiro no banco, enquanto Marlos, Henrique e Willian José foram utilizados pelo treinador. Na entrevista coletiva de Carpegiani, ele afirmou que o jogador poderia falar o que quisesse, mas acrescentou: “cada um tem um caráter e no momento adequado a gente conhece as pessoas”.

Esta manhã, durante o desembarque no aeroporto de Congonhos, Rivaldo rebateu o treinador novamente. “Sou respeitado em todo o mundo pelo meu caráter e não tenho que provar nada a ninguém”, afirmou o camisa 10, que evitou opinar sobre uma possível demissão do treinador, embora esteja claro que esse deve ser o caminho escolhido pela direção são-paulina.

O presidente do clube, Juvenal Juvêncio, deixou clara a insatisfação com o trabalho de Carpegiani e as eliminações prematuras no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil . E, em relação à briga entre técnico e jogador, demonstrou estar do lado do camisa 10: “se o time é jovem, ele [Carpegiani] tinha um não jovem no banco, que era o Rivaldo. Mas quem deveria colocá-lo em campo não era eu”.

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