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Carlos Pracidelli afirmou nesta terça-feira que não possui nenhuma informação prévia sobre o assunto

Gazeta Press
Carlos Pracidelli disse que tem dúvida sobre o anúncio da aposentadoria de Marcos
A data da aposentadoria de Marcos continua sendo um mistério. O goleiro prometeu se reapresentar normalmente nesta quarta-feira e já declarou que pretende ouvir a opinião do técnico Luiz Felipe Scolari antes de definir se para imediatamente ou se estende a carreira, provavelmente até o fim do Campeonato Paulista. O preparador de goleiros Carlos Pracidelli não tem nenhuma informação prévia sobre o tema.

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"Meu último contato com o Marcos foi antes do jogo contra o Corinthians, na rodada final do Brasileiro. Férias são para descanso. Vamos aguardar o retorno para darmos reinício à programação", disse o profissional, à "Rádio Estadão/ESPN".A última reforma no contrato de Marcos foi feita em 2008 e previa mais três anos como jogador (até o fim de 2011) e outros dois exercendo outra função no clube, a ser definida pela diretoria. Na ocasião, foi divulgado que a permanência do arqueiro nos gramados só dependeria de sua vontade.

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Marcos se mostra indeciso desde o meio do ano passado. Pracidelli acredita que as constantes dores que incomodam o jogador o incentivam a não continuar. O camisa 12 não joga desde o dia 18 de setembro, em função de um problema no joelho esquerdo. Mesmo depois de ter sido liberado para voltar aos campos, ele continuou sem ser relacionado porque o incômodo não permitia que fizesse todos os movimentos.

"É uma decisão muito pessoal. Depois de anos como profissional, essa situação de parar ou não é muito difícil. Se não fosse pelo preparo físico, ele com certeza estaria jogando, mas infelizmente tem essa dificuldade, esse problema. Por isso, só ele pode dizer se vai parar ou não", acrescentou Pracidelli, que espera pela volta aos trabalhos para saber se o goleiro terá condições de jogo no início do Paulistão caso resolva permanecer no elenco.

"Não sei como vou receber o Marcos. A pré-temporada é um período difícil, com uma carga de exercícios maior. E já temos um jogo no dia 14 (amistoso contra o Ajax), são menos de dez dias para preparar uma equipe. Imagina isso para um atleta com problema sério? É uma situação muito difícil. É um momento de muitas incertezas. Espero que ele tome a decisão mais correta", completou o preparador de goleiros do Palmeiras.

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