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Volante, com seus cruzamentos e cobranças de falta, foi o maior perigo em 2011. Juninho, do Figueirense, disse que aguenta pressão

Faltas e escanteios cobrados por Marcos Assunção foram as armas do Palmeiras em 2011, mas o volante acha que é pouco. E logo depois de receber o prêmio “Bola de Prata” como um dos melhores volantes do Campeonato Brasileiro, ele disse que é preciso novidades em 2012 paea que o Palmeiras fique competitivo. Poucos metros a sua esquerda estava, talvez, uma dessas novas armas: o lateral-esquerdo Juninho, destaque do Figueirense, também segurava seu prêmio e dizia que não tem medo da pressão.

“Fico feliz com o interesse do Palmeiras, por se tratar de um grande clube. Quanto à pressão, não tenho medo. É normal em time grande, o Palmeiras é um time que conquista títulos e essa fase sem conquistas é momentânea”, disse Juninho, que tem contrato com o Figueirense até 2014 e disse que até o final desta semana deve decidir se permanecerá ou não em Florianópolis.

Marcos Assunção concorda com Juninho: a pressão afeta algumas ações do Palmeiras – na madrugada desta segunda-feira, por exemplo, os muros do Palestra Itália, que está em obras, foi novamente pichado pedindo a contratação de reforços. 

“É preciso novas armas em 2012, mas a diretoria sabe disso. Não posso falar aqui quantos precisam, quem precisa chegar, as posições, só posso falar do Marcos Assunção. Mas eu ainda pretendo encerrar minha carreira no Brasil conquistando título”, disse o jogador de 35 anos, que renovou em maio seu contrato até o final de 2012.

O técnico Luiz Felipe Scolari disse após o empate sem gol contra o Corinthians, domingo, que fez uma lista de reforços com 12 nomes para a diretoria. Assunção concorda que é preciso uma mudança drástica, para que possa disputar os títulos. Com 21 anos, Juninho seria uma opção para uma posição que o Palmeiras até improvisou na temporada. 

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