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Ídolo do futebol argentino acha que o Al Wasl tem sofrido punições excessivas

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Diego Maradona insinuou estar sendo perseguido ao acusar as autoridades do futebol dos Emirados Árabes de Unidos de terem aplicado uma pena "excessiva" para ele e seu clube. O ídolo argentino, que em maio assumiu o comando do Al Wasl, foi multado por criticar um treinador e sua equipe foi punida com perda de mando de campo por conta do comportamento dos seus torcedores.

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O ex-jogador já se envolveu em várias polêmicas desde que chegou aos Emirados Árabes Unidos e agora reclamou da multa de US$ 2,45 mil que recebeu, além da proibição de jogar como mandante em duas partidas após os torcedores atingirem um árbitro com um rolo de papel higiênico.

"Sinto que o Al Wasl está sendo agredido com esta proibições e punições excessivas", disse Maradona. "Uma multa teria sido suficiente, mas fechar o estádio e mudar o local das próximas duas partidas é excessivo".

"Nunca vi outra equipe ser punida assim, exceto nós. Me entristece. Em outras ligas, o que os torcedores fizeram seria considerado uma bela forma de comemorar e celebrar. Na minha opinião, não vi nada de mal no comportamento dos torcedores que mereça uma punição assim. Talvez essa pessoa que fez esse julgamento estava vendo uma partida diferente".

Yusuf al-Serkal, presidente interino da Associação de Futebol dos Emirados Árabes Unidos, disse que a chegada de Maradona foi bem-vinda, e que ele tornou o Al Wasl um clube melhor. Mas insistiu que ninguém está atacando o astro ou a sua equipe.

"Com relação às penalidades aplicadas pelo comitê disciplinar, não temos qualquer influência sobre a comissão", disse Al-Serkal. "Se Maradona acredita que é injusto, temos um comitê de recursos. Você pode recorrer da decisão".

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