Cristiano Ronaldo
Reprodução/Twitter/ChampionsLeague
Cristiano Ronaldo

A procuradoria de Turim, na Itália, acredita que a Juventus tenha destruído documentos confidenciais no âmbito da investigação de uma possível fraude fiscal, incluindo um acordo privado que teria sido feito com Cristiano Ronaldo.

As autoridades italianas realizaram buscas em escritórios por toda a Itália na tentativa de achar provas de acordos feitos entre o clube e os jogadores em relação ao pagamento dos salários em meio à suspensão do campeonato por causa da pandemia. Um dos escritórios foi o do empresário Alessandro Lucci, representante dos jogadores Leonardo Bonucci, Juan Cuadrado, Mattia Perin e Dejan Kulusevski.

Durante a pandemia da Covid-19, a Juventus anunciou um impacto positivo de 90 milhões de euros nas contas por ter supostamente reduzido os salários nos meses de março, abril, maio e junho daquele ano. Entretanto, as autoridades italianas acreditam que os jogadores receberam pelo menos 60 milhões de euros em acordos privados e que não foram declarados. 

Foram encontradas referências desses acordos em emails do clube. Entre eles estaria um acerto com Cristiano Ronaldo, que, inclusive, foi mencionado em uma escuta telefônica entre dois diretores. O documento relacionado ao craque português não foi encontrado.

Para tirar CR7 do Real Madrid em 2018, o clube italiano pagou 100 milhões de euros aos espanhóis, divididos ao longo de dois anos, e mais  12 milhões de euros para o mecanismo de solidariedade de formação da Fifa. O craque português defendeu a Juventus até agosto de 2021, até acertar a volta para o Manchester United.

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