Carvalhal fica mais distante do Flamengo
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Carvalhal fica mais distante do Flamengo

Já se sabia que a busca por um técnico na Europa seria uma tarefa difícil para o Flamengo. E após semanas de sondagens e análise de possíveis opções, o clube esbarra em altos valores para avançar na contratação. Vale lembrar que o orçamento aprovado para a próxima temporada prevê aumento nos gastos com a nova comissão técnica, mas há limite diante de uma folha salarial já elevadíssima.

O principal alvo, Carlos Carvalhal (veja fotos na galeria abaixo), do Braga, se adequaria por não ter um salário alto como o de Jorge Jesus, mas para tirá-lo de Portugal sem uma liberação em consenso será necessário  o pagamento integral da multa rescisória, de 2,5 milhões de euros, R$ 16 milhões. O treinador tem vínculo até o meio de 2022. A informação é do jornalista Diogo Dantas.


A diretoria tem feito contatos com outros candidatos europeus, portugueses especialmente, mas a desvalorização do real frente ao euro pesa. Entre eles está Vitor Pereira, que atualmente comanda o Fenerbahçe. Aos 53 anos, o português soma passagens por Porto, Al-Ahli, Olympiacos, 1860 Munchen e Shanghai SIPG. Em seu currículo, possui um total de sete títulos, sendo dois campeonatos português e um campeonato grego.

Nesse cenário, ainda não houve uma mudança de rumo na direção de opções na América do Sul. Mas o Flamengo não adota apenas uma frente em sua busca e trabalha com a necessidade de precisar rever as prioridades. Os argentinos Marcelo Gallardo, Jorge Sampaoli e Eduardo Berizzo figuraram na lista de interesse do clube. O primeiro renovou com o River Plate, embora também custasse muito caro. O segundo recusou negociações para permanecer no Olympique, da França. E o terceiro é o único sem clube após deixar a seleção do Paraguai.

Uma opção sul-americana, além de baratear um pouco o custo da nova comissão técnica, teria como facilitador o maior conhecimento dos jogadores e do futebol da região, e por isso uma adaptação mais simples. Como o Flamengo prioriza um europeu e toda sua comissão, se ele não for Jorge Jesus, ainda distante, requererá esse período de transição no Brasil, que custou, por exemplo, caro ao espanhol Doménec Torrent na gestão do elenco rubro-negro.

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