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Racismo, discriminação, questões financeiras, dopagem e manipulação de resultados foram alguns dos temas introduzidos no Código de 2019

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Ansa
Torcida da Lazio é conhecida por entoar cânticos racistas na Itália; o caso mais famoso foi contra Koulibaly em 2018

Depois de 15 anos a Fifa promoveu mudanças em seu Código de Disciplina. Nesta quinta-feira (11) foi apresentado um novo modelo do documento com inserções ao racismo e a discriminação além da redução e 147 artigos para 72.

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As mudanças mais importante de todo o novo Código de Disciplina da Fifa são as medidas contra os insultos racistas nas partidas. A partir de agora um jogo pode ser encerrado se o juiz detectar discriminação por raça, cor de pele, origem étnica, nacional ou social, gênero, deficiência, orientação sexual, língua, religião, opinião política, riqueza, nascimento ou qualquer outra.

O time que tiver membros ligados a infração sofrerá a derrota imediata. Clubes ou indivíduos reincidentes terão que passar por uma educação sobre diversidade e combate a discriminação no futebol , além de uma pena de até 10 jogos de suspensão para o responsável.

O Comitê Disciplinar ainda prevê que a vítima seja ouvida por um grupo e que participe do processo de julgamento do caso.

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Questões como manipulação de resultados e dopagem serão abertas ao público e a entidade levantou alguns pontos para manter uma justiça financeira no esporte. Todas as mudanças no Código da Fifa entram em vigor no próximo dia 15 de julho, segunda-feira. Caso queira ler na íntegra o texto, em inglês, clique aqui .