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Com o final da 8ª edição, na França, a Fifa vai divulgar o país sede de 2023 somente em março do ano que vem. Saiba das mudanças no processo

seleção feminina dos estados unidos
Getty Images
França sediou a 8ª edição da Copa do Mundo de futebol feminino

A Copa do Mundo de futebol feminino, na França, terminou no último domingo com recordes de público e de transmissão e quem adora acompanhar um grande evento esportivo deve estar se perguntando, onde será o próximo Mundial?

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A resposta é: ninguém sabe. Diferente de como faz com o futebol masculino, a Fifa só revela a sede da Copa do Mundo de futebol feminino um ano após a realização da última edição. O anuncio da sede de 2023 será feito em março do ano que vem. E a escolha pra a próxima edição tem novidades.

Pela primeira vez desde 1991 a Fifa utilizará o recurso de votação pública, ou seja, todos os votos dos membros do Conselho serão disponibilizados para que os torcedores e seleções. A mudança tem como objetivo principal a igualdade de condições e transparência entre o masculino e o feminino.

Entre os países concorrentes a país-sede estão Argentina, Bolívia, Colômbia, Japão, Coreia do Sul e do Norte (juntas), Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e o Brasil. Essa é a maior lista de interessados desde a primeira edição do Mundial feminino, em 1991.

Todos os países já enviaram seus projetos para a Fifa, em abril deste ano. Em outubro a maior entidade do futebol mundial disponibilizará em seu site oficial todos os planos entregues para consulta pública.

O fato curioso da Copa do Mundo de futebol feminino é que ela ‘aproveita’ instalações de outros grandes campeonatos. Em 2016 a França tinha sediado a Eurocopa masculina. Por esse motivo o Brasil pode sair na frente dos concorrentes por ter sediado a Copa do Mundo masculina de 2014.

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