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Diretor alega que número é normal em partidas com expectativa de público de 40 mil pessoas

Todo o cuidado é pouco. É assim que a direção do Grêmio planeja a segurança do jogo contra o Flamengo, domingo, às 16h, no Olímpico. Tanto que decidiu contratar 200 homens extras para evitar que os protestos, organizados por parte da torcida, possam gerar violência contra Ronaldinho Gaúcho.

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Mesmo assim, o diretor de administração, Luiz Moreira, diz que a iniciativa é corriqueira em partidas com grande concentração de público. Como a expectativa é de 40 mil pessoas, são chamados 200 profissionais terceirizados.

“Isso se deve ao tamanho do jogo. O Grêmio não vai disponibilizar nem meio segurança ao Ronaldinho. Isso é atribuição do Flamengo e da Polícia Militar. Esses seguranças vão cuidar do estacionamento, dos bares, como em qualquer jogo grande. E temos certeza que nada vai acontecer”, disse o dirigente em entrevista à Rádio Gaúcha.

Outros 50 seguranças são funcionários do clube e, com o efetivo da Polícia Militar, o total deve chegar a 600 profissionais. Os gremistas planejam cantar a música Vou Festejar, de Beth Carvalho, ao antigo ídolo. Faixas com a inscrição “Pilantra” também serão levadas ao estádio.

A revolta com o meia existe desde 2001, quando trocou o Grêmio pelo PSG. Aumento, em janeiro, ao decidir voltar ao Brasil e acertar com o Flamengo.

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