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Treinador celebra o fato de não haver empolgação no São Paulo mesmo após ter emplacado uma série de sete vitórias consecutivas

Émerson Leão, técnico do São Paulo
AE
Émerson Leão, técnico do São Paulo
Desde o início de sua segunda passagem pelo São Paulo, em outubro, Emerson Leão insiste no discurso de que "vitória puxa vitória". Com este pensamento, a equipe ganhou seus sete últimos jogos e atingiu a liderança do Campeonato Paulista . O técnico, contudo, celebra outro aspecto: não há empolgação.

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"O mais fundamental é se acostumar ao sucesso da vitória sem ficar embriagado", filosofou o treinador, que celebra principalmente esta mentalidade enquanto se aproxima do decisivo mês de abril, quando aceitará ser cobrado por um time ideal. "Todos os jogadores estão conversando, se cobrando. É o que tem acontecido de melhor."

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O comandante acredita que o São Paulo soube usar as 15 rodadas já disputadas na fase de classificação do Estadual e os dois jogos contra o Independente de Tucuruí pela primeira fase da Copa do Brasil para se ajustar taticamente. O excesso de ofensividade transformou-se em equilíbrio dentro de campo.

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"Fomos criticados porque jogávamos muito ofensivos e deixávamos a nossa retaguarda. Não estávamos preparados para jogar daquele jeito, mas se melhora errando. Erramos tudo e continuamos errando, mas estamos solucionando", apontou, enaltecendo o resultado positivo acima do espetáculo neste momento.

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"Se o time não jogou ‘tão bem’, significa que foi bem. Não se pode jogar com tudo perfeito sempre. Quando não se está tão bem, mas menos bem, a vitória aparece. E jogamos única e exclusivamente pela vitória no domingo. O 1 a 0 representou tudo o que precisávamos. Nos próximos dias, podemos pensar diferente", prometeu.

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Desta maneira, Leão, fã dos campeonatos estaduais, se recusa a concordar com as críticas às 19 rodadas do Paulista antes do mata-mata. "Não acho chata a fase de classificação. Profissional vive de vitórias. Se tem muitas vitórias, o índice aumenta e você tem um contra-argumento para mostrar a cara. Quando o índice não está bom, você se esconde", apontou.

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