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Novo dirigente do Internacional pede mobilização da torcida e revela que rejeitou mais de 10 propostas

De volta ao Internacional , agora na função de diretor técnico , Fernandão encontrou figuras conhecidas no Beira-Rio. Renan, Bolívar, Índio, Tinga, Guiñazu e Andrezinho foram seus companheiros em algum momento da passagem como jogador, entre 2004 e 2008. Ele quer valorizar os jogadores experientes e desaprova o rótulo de que o grupo do Inter seria “velho”.

“Não existe grupo antigo, tem é que motivar eles. Eu também já fiquei desmotivado, sentindo que o grupo não queria o que eu sempre quis. São jogadores velhos, mas de muita qualidade. O Índio é velho? Tem idade avançada?", mas quantos jogam o mesmo que ele, questionou.

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Por outro lado, ele também promete fazer um amplo trabalho de observação nas categorias de base. Fernandão espera que novos talentos possam surgir com mais frequência.

“Já conversei com o Jorge Andrade, que coordena a base, vou ter contato com todos. Quero conhecer todos os jogadores de 13 anos pra cima. Muita gente fala em contratar jogador e a solução pode estar aqui no campo de treinamento da base. Contratar jogador de nome é fácil, mas observar novos talentos é que é o objetivo”, disse.

O agora dirigente do Inter tratou de deixar claro que não quer substituir Falcão, que é ídolo dos torcedores e que foi demitido esta semana. Ele também ressaltou que rejeitou mais de 10 propostas para seguir jogando futebol. Quer ver a torcida do Inter mobilizada novamente, assim como no seu tempo de jogador.

“Só ganhamos a Libertadores em 2006 porque a torcida lotava o estádio, empurrava o time pra cima. Tem que voltar a fazer isso outra vez. É lógico que o grupo também tem que entusiasmar o torcedor, e é isso que vou fazer”, completou.

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