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Em Manizales, colombianos fizeram a chamada "linha burra" e viram Ortigoza fazer o segundo gol sozinho

AFP
Ortigoza se aproveitou da linha de impedimento na Colômbia para fazer o segundo gol cruzeirense
O apelido no mundo do futebol já diz muito: “linha burra”. Mas muitas equipes insistem no posicionamento que deixa o atacante adversário em impedimento. Um risco, já que a jogada deve estar muito bem treinada para não deixar o rival sozinho na cara do gol e em condições legais. E foi isso que aconteceu no primeiro duelo entre Once Caldas, da Colômbia, e Cruzeiro pelas oitavas de final da Libertadores.

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Os dados do Footstats indicam que o Once Caldas usou muito a linha de impedimento na primeira partida. Os atacantes cruzeirenses foram flagrados seis vezes “na banheira” na partida de Manizales. O número é muito superior à média do time (2,71 impedimentos por partida) e também à média do campeonato (2,20 impedimentos por jogo).

Só que a estratégia falhou no fim do jogo. Mostrando todo seu talento, o meia Montillo soube o momento certo para fazer o lançamento e encontrou Ortigoza penetrando em velocidade. O jogador bateu com categoria para fazer o segundo gol cruzeirense na partida. Depois do jogo, Ortigoza revelou que o técnico Cuca pediu para ele ter atenção com a linha de impedimento do adversário .

Para o jogo da volta, em Sete Lagoas, o volante Henrique disse que o time vai estar mais atento à linha de impedimento. ”Lá a gente viu muito a linha de impedimento, aqui eu não sei qual será a postura que vão adotar, porque eles precisam inverter o resultado, temos que saber disso, trabalhar isso, para que neste jogo de quarta-feira a gente não venha sofrer o que sofremos lá. Foram muitos impedimentos, temos que corrigir isso para podermos sair na cara do gol quando eles fizerem essa linha aqui”, analisou Henrique.

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