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Ao lado da polícia russa, grupo paramilitar de cossacos vai agir na cidade de Rostov, uma das sedes do Mundial

Carícias entre homossexuais estão proibidas na cidade de Rostov durante a Copa do Mundo
Reprodução
Carícias entre homossexuais estão proibidas na cidade de Rostov durante a Copa do Mundo

A cidade de Rostov, na Rússia, será patrulhada por um grupo paramilitar de cossacos com o objetivo de garantir que casais homossexuais não troquem carinhos em público durante a disputa da Copa do Mundo, informou nesta segunda-feira o jornal "The New Times".

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De acordo com a publicação, cerca de 300 membros deste grupo se juntarão à polícia russa para aplicar a lei contra a "propaganda" homossexual aos menores de idade, ou seja, proibindo que casais do mesmo sexo se beijem, abracem ou andem de mãos dadas na Copa do Mundo no país.

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"Se virmos dois homens se beijando, diremos à polícia, então caberá à polícia decidir o que fazer", disse o líder do grupo paramilitar, Oleg Barannikov. 

O grupo é leal ao presidente da Rússia, Vladimir Putin. Eles são conhecidos no território russo pela violência, como a forma bruta que com a qual reprimiram os protestos no dia em que Putin iniciou o seu quarto mandato presidencial.

Cidade de Rostov receberá o Brasil

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Com pouco mais de um milhão de habitantes, Rostov é uma das 11 cidades sedes da Copa do Mundo de 2018. Ela irá receber cinco jogos do Mundial, sendo um deles a estreia do Brasil diante da Suíça, no dia 17 de junho, além de um dos confrontos das oitavas de finais.

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