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Bicampeão mundial com a camisa da seleção brasileira nos anos de 1994 e 2002 colocou a sorte como um fator importante para vencer a Copa

Ronaldo Fenômeno aposta suas cartas na seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia
Reprodução
Ronaldo Fenômeno aposta suas cartas na seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia

Ronaldo está otimista com a seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2018. Durante uma entrevista coletiva, o ex-jogador mostrou que acredita no potencial da equipe comandada por Tite. No entanto, falou que é preciso contar com um fator externo: a sorte.

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"Faz muito tempo que a seleção brasileira precisa de uma Copa do Mundo. Tomara que ela consiga desempenhar o futebol dela, que é fantástico. Copa é complicada, tem que contar com a sorte, vários fatores combinando para que você consiga vencer. É uma ótima possibilidade da seleção, que está jogando muito bem. Estou muito otimista para este ano", disse Ronaldo Fenômeno.

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Neymar, o principal nome da atual seleção, foi assunto de uma das perguntas feitas ao ex-Real Madrid. O jogador de 26 anos, camisa 10 do Paris Saint-Germain, ainda está vivo em três competições: Campeonato Francês, Copa da França e Liga dos Campeões. Apesar disso, Ronaldo não vê isto como um elemento negativo, que poderia atrapalhar a performance no time do Brasil .

"Não vejo essa preocupação, ele se cuida muito, tem uma equipe incrível que cuida do corpo dele, da saúde dele. Esses jogos ele também tem que pensar muito, são jogos importantes. A Copa é entre uma temporada e outra. Temos que torcer para que todos cheguem em boa condição, porque jogar bola todos sabem", afirmou.

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Gerações no futebol

Ronaldo Fenômeno defendeu sua geração de jogadores. Em uma entrevista ao jornal alemão  Sport Bild , o três vezes eleito o melhor do mundo pela Fifa (1996, 1997 e 2002), avaliou a disputa entre os atuais protagonistas na última década. Desde 2008, o prêmio ficou dividido entre cinco para Cristiano Ronaldo e outros cinco para Lionel Messi.

"Na minha geração, o nível era muito maior do que hoje em dia. Sem querer diminuir a importância nem menosprezar Messi e Cristiano Ronaldo. Eles ainda vão brigar pelo título de melhor jogador do mundo nos próximos anos. Mas na minha época nós tínhamos Zidane, Figo, Rivaldo, eu e Ronaldinho. Essa era uma geração em que ser o melhor era muito mais difícil", disse o ex-Real Madrid.

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