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Novo presidente da CBF anunciará nesta segunda o cartola que seguirá com a delegação do Brasil para Londres nas Olimpíadas

Cargo que não vinha sendo preenchido nas últimas competições e amistosos da era Ricardo Teixeira, o chefe de delegação da seleção brasileira voltará a existir com o novo presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), José Maria Marin. Nesta segunda-feira, o cartola anunciará quem vai acompanhar a equipe que disputará as Olimpíadas de Londres.

Historicamente ocupada por dirigentes de clubes aliados à CBF, a chefia de delegação é um cargo político, com poucas funções práticas. O escolhido deve representar a entidade em cerimônias e festas, além de acompanhar o time durante os jogos.

Na Copa América, na Argentina, ninguém foi chamado para ocupar a função. Em 2010, na África do Sul, Andrés Sanchez, então presidente do Corinthians e hoje diretor de seleções da CBF, foi o chefe de delegação da seleção brasileira.

O anúncio desta segunda-feira acontece no dia que Marin completará quatro semanas no cargo. Ele assumiu após a renúncia de Ricardo Teixeira, envolvido em denúncias de corrupção do Brasil e no exterior. Em quase um mês no cargo, Marin conseguiu, por enquanto, abafar o movimento dos presidentes de federações que eram contrários a ele no poder. Com agrados aos clubes, fez os cartolas desistirem de um movimento pela criação de uma liga para administrar as principais competições de futebol do Brasil, que são gerenciadas pela CBF.

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