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Nenhum dirigente ocupará o cargo, normalmente dado a presidentes de clubes aliados de Ricardo Teixeira

Efetivamente ele tem pouca importância na rotina da seleção brasileira . Porém, a escolha do chamado chefe da delegação serve para uma coisa: indicar que cartolas estão alinhados ao presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira. Assim aconteceu na última Copa do Mundo, quando Andrés Sanchez foi escolhido para viajar à África do Sul.

Para esta Copa América , entretanto, nenhum dirigente foi convidado para chefiar a delegação da seleção brasileira na Argentina. A assessoria de imprensa da CBF informou ao iG que o cargo não será ocupado. A entidade trabalha com um administrador, que cuida dos trabalhos de logística.

Ricardo Teixeira será chefe da delegação brasileira na Argentina
Futura Press
Ricardo Teixeira será chefe da delegação brasileira na Argentina
O chefe da delegação costuma se ocupar de função políticas como representar a CBF em eventos e festas. Por se tratar de uma competição oficial, Ricardo Teixeira deverá desembarcar na Argentina até a próxima semana para exercer tais funções.

Nos últimos amistosos da seleção brasileira os presidentes Luiz Álvaro de Oliveira Ribeiro, do Santos, Arnaldo Tirone, do Palmeiras, Paulo Odone, do Grêmio, e Zezé Perella, do Cruzeiro, viajaram com a seleção ocupando o cargo de chefe da delegação. Os quatro seguem o mesmo perfil de Andrés Sanchez como aliados de Teixeira.

Foi durante o Mundial, por exemplo, que o corintiano costurou um acordo com a CBF para colocar o futuro estádio do Corinthians entre as sedes da Copa de 2014. Com a aliança, Sanchez conseguiu sacar o Morumbi, do rival São Paulo, e emplacar a arena de Itaquera.

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