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Mano Menezes explicou que o grupo precisa ter muitos líderes e por isso vai revezar a braçadeira nos jogos

A seleção brasileira , que enfrentará sem suas principais estrelas o Gabão, nesta quinta-feira, em Libreville, e o Egito, na segunda-feira, em Doha, deve ter um capitão diferente para cada partida, revelou nesta quarta o técnico Mano Menezes.

"Vamos escolher um para ser o capitão amanhã à noite diante do Gabão e provavelmente no jogo seguinte optaremos por outro", explicou o treinador, que conta apenas com jogadores que atuam na Europa para não prejudicar os clubes que disputam a reta final do Campeonato Brasileiro .

"Um grupo precisa ter muitos líderes. Usar a braçadeira de capitão é mais simbólico do que importante no sentido da liderança que precisa ser exercida dentro do campo por vários jogadores", afirmou Mano, que ainda não revelou o nome dos atletas escolhidos.

"Naturalmente, aqueles que vêm tendo uma trajetória mais importante vão assumindo esse papel pela expêriencia, pelo conhecimento dos demais jogadores do grupo, e pela sua capacidade técnica. Temos alguns atletas com esse perfil", explicou.

Veja galeria de fotos do treino da seleção nesta quarta:

O técnico já revelou sua escalação, na qual Hulk, do Porto e o ex-gremista Jônas, do Valencia, formarão uma dupla inédita de ataque.A armação das jogadas deve ficar por conta de Hernanes e do ex-corinthiano Bruno César, hoje no Benfica. Elias e Sandro serão os volantes.

Luisão entrará no lugar de Thiago Silva, poupado, para formar a dupla de zaga com David Luiz.Adriano, do Barcelona, jogará na lateral esquerda, mas seu companheiro de equipe Daniel Alves, suspenso, será substituído por Fábio, do Manchester United.No gol, o técnico optou por Diego Alves, do Valencia.

"Já fui convocado outras vezes e não tive oportunidade (de jogar). Desta vez, vou tentar corresponder o melhor possível", prometeu o goleiro.

Mano Menezes também ressaltou a importância da partida para testar novos atletas. "É um jogo para continuar a observaçao de alguns jogadores. Alguns já foram convocados em outras oportunidades, outros estão conosco pela primera vez. Estamos fazendo isso porque temos confiança na qualidade deles", explicou.

"Tenho mais certezas do que dúvidas. Já avancamos no processo, estamos fechando um ano e meio de trabalho e temos uma ideia clara dos que têm uma probabilidade maior de permanecer no grupo, mas não quero fechar a questão porque é muito cedo. Queremos evitar acomodações e também não queremos fechar a porta para jogadores novos", completou.

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