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"Se alguém quiser prejudicar nossa reputação, terá que oferecer provas", disse o candidato à presidência da Fifa

Presidente da Confederação Asiática de Futebol e candidato à Presidência da Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados), o catariano Mohammed Bin Hammam negou nesta quarta-feira as acusações que seu país tenha subornado dirigentes em troca de votos para a eleição da sede da Copa do Mundo de 2022.

"Posso garantir que isso não aconteceu. Se alguém quiser prejudicar nossa reputação, terá que oferecer provas", explicou Bin Hammam à agência britânica "Press Association".

Durante a investigação parlamentar surgiram denúncias repassadas ao jornal britânico "Sunday Times" sobre a possibilidade de o Catar ter pago suborno a vários delegados africanos para organizar o Mundial de 2022.

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