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Patrícia Amorim esteve no Ninho do Urubu nesta segunda e Léo Moura diz que Flamengo não pode pensar no jogo entre Olimpia e Emelec

Leonardo Moura, lateral do Flamengo
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Leonardo Moura, lateral do Flamengo
A presidente Patrícia Amorim foi ao Ninho do Urubu nesta segunda-feira e acompanhou, à beira do gramado, o treino dos reservas do Flamengo , já que os titulares fizeram trabalho regenerativo. Ela não deu declarações, mas a visita foi elogiada por Leonardo Moura , que não esconde a preocupação com o momento conturbado vivido pelo clube, que precisa de combinação de resultados para continuar na Libertadores . Em dias conturbados, a presença da diretoria se torna uma necessidade, sob pena de repetir o acúmulo de problemas que aconteceu na pré-temporada em Londrina, em janeiro.

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"Ela tem de falar em todos os momentos, é presidente, tem o respeito e o carinho de todos nós. Quero deixar bem claro que não houve mudança por causa de uma conversa com a presidente, porque a torcida veio aqui, ganhamos porque jogamos bem, criamos mais do que o Vasco , mas um bom papo é sempre bom, mais até pelo apoio", disse Moura.

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O lateral reconheceu que, antes de a fase de grupos começar, com uma chave ao lado de Lanús, Emelec e Olimpia, não imaginava chegar à última rodada nesta situação. Para ele, o revés sofrido diante dos paraguaios no Engenhão, quando o Flamengo vencia por 3 a 0 e permitiu o empate do Olimpia, foi o estopim da crise.

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A gente nunca imaginaria que dependeria de outros resultados na última rodada para classificar, num grupo onde os clubes não têm muita expressão. Pelo elenco que temos, não dava para imaginar", disse o jogador, se esquecendo que o Olimpia é tricampeão da Libertadores, torneio que o Flamengo conquistou somente em 1981. "Acho que foram os pontos deixados em casa, aquela vitória de 3 a 0 praticamente consolidada que não aconteceu... Acho que aquele jogo ali foi a chave de tudo. Daria mais tranquilidade para jogar no Paraguai e no Equador. Mas aconteceu, temos de continuar acreditando".

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Para Moura, a vitória do Flamengo sobre o Vasco no sábado trouxe confiança. Afirmou que, na quinta-feira, quando o time enfrentará o Lanús com obrigação de vencer e ainda torcendo por um empate entre Olimpia e Emelec, que jogam no mesmo horário, por uma vaga nas oitavas de final da Libertadores, o Flamengo não pode pensar na outra partida.

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"Temos de vencer o jogo aqui e esquecer o jogo de lá. Tudo pode acontecer lá também, até o empate, por que não? Temos de vencer bem, jogar bem e, se a combinação de resultado nos favorecer, claro que ficaremos muito felizes", resumiu. 

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