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Garantias financeiras das obras do "Fielzão" precisam ser apresentadas à Fifa até o dia 12 de julho

Andrés Sanchez confia resolver pendências burocráticas do estádio em breve
Bruno Winckler
Andrés Sanchez confia resolver pendências burocráticas do estádio em breve

O presidente do Corinthians , Andrés Sanchez, prevê para o dia 4 ou 5 de julho a assinatura do projeto de lei que eximirá o clube do pagamento de impostos para a construção do estádio em Itaquera, candidato à sede da abertura da Copa de 2014 . O documento é necessário para se apresentar à Fifa até o dia 12 julho com as garantias financeiras da obra. A Câmara dos Vereadores deve votar o projeto na terça-feira, dia 28.

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"Se não assinar até o dia 4 ou 5 não tem estádio, pelo menos de Copa. Mas está tudo bem encaminhado. As coisas são complicadas. Para 45 mil era um estádio, mas para abertura de Copa é outro. São muitos detalhes, mas está próximo", disse Sanchez à rádio "Jovem Pan". Segundo o presidente, a obra será orçada em R$ 700 milhões e a Odebrecht já concordou com o valor. O clube conta com o financiamento de R$ 400 milhões junto ao BNDES.

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Antes do acordo com a empreiteira, o Corinthians aguarda para esta terça-feira a votação do projeto de lei que autorizará a Prefeitura a isentar o clube do pagamento de impostos para a construção do estádio. São R$ 420 milhões. 

"Eles (vereadores) têm o tempo deles, eu respeito, sabem o que é melhor para a cidade. Ninguém vai fazer um cheque e dar para o Corinthians. É um incentivo que, depois que todos os requisitos estiverem prontos, terá grande beneficio de arrecadação e aí sim vai descontar a diferença. No país existe incentivo fiscal e quem for fazer empresa na Zona Leste também terá", completou.

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