Romário
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Romário

Muitas vezes na carreira de Romário o apelido de Baixinho vinha acrescido do adjetivo folgado. Outro ídolo do Flamengo, Gabigol, vem sendo alvo de críticas pela mesma "marra" que acompanhou a carreira do ex-jogador, que sai em defesa do camisa 9 rubro-negro e ainda faz uma autocrítica sobre a tal fama, dentro e fora de campo.

"Na minha época, eu muitas vezes não dava entrevista se não estivesse com vontade. Aí o povo dizia: 'só porque perdeu não quer falar'. Com a cabeça quente, melhor você nem falar para não sair besteira. Eu sempre fui um cara de personalidade. Passei do limite algumas vezes. A idade me fez reconhecer isso. Eu era um pouco abusado, marrento, mas sempre respeitei as pessoas. Gabriel tem a personalidade dele, e não vejo essa marra e arrogância toda nele. Vejo personalidade. É um cara diferente do que vemos por aí. Conheço ele e vejo um cara do bem, que ajuda muito o Flamengo e é o maior fazedor de gol hoje ao lado do Hulk", disse Romário em entrevista ao podcast "Barbacast".

Romário disse ainda que, se técnico da seleção brasileira fosse, levaria o camisa 9 para a Copa do Mundo e convocaria Hulk, do Atlético Mineiro, nos próximos amistosos antes do Mundial:

"Eu daria uma nova chance ao Hulk na Copa. Futebol é momento e ele tem jogado bem e feito gols. Eu o convocaria para alguns amistosos, não para testá-lo porque ele não precisa disso. Mas para ver como seria. O Gabigol eu levaria, claro".

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