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Presidente Marcelo Medeiros mostrou apoio ao jogador e disse que o contratou pelo atleta que ele é. Guerrero só volta a atuar em abril de 2019

Vice-presidente de futebol do Internacional Roberto Melo, atacante Paolo Guerrero e presidente Marcelo Medeiros
Divulgação/Internacional
Vice-presidente de futebol do Internacional Roberto Melo, atacante Paolo Guerrero e presidente Marcelo Medeiros

Em coletiva de imprensa concedida nessa sexta-feira, o presidente do Internacional, Marcelo Medeiros, admitiu que o clube sabia da possibilidade do e feito suspensivo de Guerrero ser anulado e que a suspensão poderia ser prorrogada

"Queria dizer uma novidade para muitos: não fomos pegos de surpresa. Pensávamos que ele precisaria cumprir a pena após a Copa, nos surpreendeu quando ele conseguiu jogar. Podia ser agora, mês que vem, dezembro ou ano que vem. Ano que vem, se o Internacional estivesse jogando a Libertadores, talvez fosse um prejuízo ainda maior. Fizemos a contratação por ser o atleta que é", disse Medeiros.

Paolo Guerrero foi pego no exame antidoping no fim do ano passado. Às vésperas da Copa do Mundo a justiça concedeu o efeito suspensivo ao atleta para atuar na Rússia pelo Peru. Logo após o fim de seu contrato com o Flamengo, o peruano foi contratado pelo Internacional.

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Segundo falas do próprio jogador ele já estaria pronto para enfrentar o Palmeiras, no próximo domingo, quando recebeu nova decisão dos tribunais. O Internacional só poderá contar com o atleta em abril do ano que vem, já que não cabem mais recursos à decisão.

Durante a coletiva, toda a cúpula do time gaúcho deixou claro que apoia o jogador e que confia em sua inocência "Todos nós do Inter - a direção, em especial, através do conselho de gestão - acreditamos na inocência do atleta Paolo Guerrero . Daremos todo o suporte para ele voltar a jogar futebol o quanto antes. A suspensão da liminar não encerra o processo", afirmou Medeiros.

Rodrigo Caetano, diretor executivo do Internacional, também saiu em defesa do jogador "Eu convivi com ele por quase três anos. Sempre foi um exemplo. Não tem qualquer tipo de vício e tem um cuidado absurdo com a sua condição física", comentou. "Ele luta para que a verdade apareça e que a pena seja modificada. Esta é uma das estratégias. Ele busca seus direitos" finalizou.

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Paolo Guerrero está agora com a família no Peru e acompanhará o Internacional de longe.