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Zequinha é apontado como motorista e dono do carro utilizado na emboscada que matou Moacir Bianchi com 22 tiros na Zona Sul de São Paulo

Rafael Martins da Silva, o Zequinha
Divulgação/ Deic
Rafael Martins da Silva, o Zequinha

Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam nesta última terça-feira (29) um dos envolvidos na morte de Moacir Bianchi, fundador da Mancha Verde, hoje Mancha Alviverde. Apontado como o motorista e dono do carro utilizado para o assassinato, Rafael Martins da Silva, o Zequinha, foi encontrado no bairro Jardim Suarão, em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo.

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A apreensão aconteceu após denúncias de que ele se escondia em uma casa da região e assim, encontrado pela 1ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubos e Latrocínios). De acordo com a polícia, Zequinha não resistiu à prisão, mas negou envolvimento na morte do fundador da Mancha . O suspeito alegou estar à espera de um habeas corpus para se apresentar.

Em fotos tiradas após a prisão, é possível ver tatuagens de Zequinha com o nome do Palmeiras e da torcida da Mancha Alviverde, a maior do clube paulista.

Tatuagens de Zequinha: símbolo do Palmeiras e da Mancha Verde
Divulgação/ Deic
Tatuagens de Zequinha: símbolo do Palmeiras e da Mancha Verde















Em julho deste ano, a polícia já havia prendido o principal suspeito no assassinato, Marcello Ventola. Também conhecido como Marcelinho, é o possível autor dos disparos contra Moacir Bianchi e foi encontrado em Osasco, quatro meses após o crime.

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O crime

Em março deste ano, Moacir foi morto com 22 tiros em emboscado no bairro do Ipiranga, Zona Sul da capital paulista, mais precisamente na Avenida Presidente Wilson. Horas antes do assassinato, o  palmeirense  esteve na sede da organizada para uma reunião de cúpula, onde seria decidido o destino da torcida.

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O presidente da  Mancha Alviverde , Anderson Nigro, conhecido como Nando, prestou depoimento no dia seguinte ao crime, mas foi liberado. Não foi comprovado qualquer envolvimento com a morte de Moacir Bianchi e com a facção criminosa PCC. Entretanto, a polícia trabalha com a hipótese de que o possível mandante do crime tem vínculo com a diretoria da uniformizada.

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