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Após dois anos seguidos em segundo lugar, Gabriel Medina busca o troféu em Pipeline

Gabriel Medina reflete a temporada de 2016 e fala das expectativas para a etapa de Pipeline
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Gabriel Medina reflete a temporada de 2016 e fala das expectativas para a etapa de Pipeline

Antes de começar o Pipe Masters, último evento do ano, Gabriel Medina faz um balanço da sua temporada. O atual número 2 do ranking da elite mundial de surfe e campeão em 2014 estava na disputa pelo segundo título até a etapa passada, em Portugal.

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No entanto, o bicampeonato de Gabriel Medina foi interrompido por John John Florence. Atual campeão mundial, o havaiano recebeu o título com uma etapa de antecedência.

Medina agora segue em busca de um último objetivo em 2016 e mantém o foco no último campeonato da temporada. O surfista busca a vitória em Pipeline, onde foi vice nas duas últimas vezes. "Nos últimos dois anos eu fiquei em segundo lugar, então está entalado na garganta. Dessa vez eu realmente quero ganhar o troféu", disse o atleta de 22 anos.

Gabriel completa 23 anos no próximo dia 22 e garante que o melhor aprendizado de 2016 foi compreender um pouco mais sobre si mesmo. "Pensei que me conhecia, mas a cada ano eu aprendo mais", disse.

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"Foi um ano muito bom, tive muitos altos e baixos. Acho que não comecei tão bem quando esperava", disse o surfista.

Sobre a vitória do adversário John John Florence, Gabriel Medina afirma que o título para o havaiano chegaria mais cedo ou mais tarde. "Tem algumas coisas que voce não pode fazer nada sobre, não há nada para fazer com que não aconteça. Se eu não venci esse ano, eu vou tentar ser melhor no próximo. É só nao pensar muito sobre isso. Faça seu melhor e ao mesmo tempo, não leve tão a sério."

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Erros e inspiração

"Talvez eu aprenda com os erros. E os resultados não dependem só de mim, dependem dos outros e até do própio mar. Tem várias coisas envolvidas", refletiu o surfista.

Por fim, quanto às perspectivas no surfe, Gabriel Medina elogiou a nova geração de atletas no esporte que vêm superando os limites. "E eles me inspiram... Ainda estou aprendendo com essa garotada. Quando eu entrei no tour eu era muito parecido com eles... Apenas tentando criar manobras e voando por toda parte. É muito bom acompanhar esse tipo de surfe".

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