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Técnico viajou para acompanhar os últimos jogos da Copa América Centenário e consequentemente analisar os adversários da seleção nas Eliminatórias da Copa do Mundo

Tite está nos Estados Unidos para assistir aos adversários da seleção
Lucas Figueiredo / MoWA Press
Tite está nos Estados Unidos para assistir aos adversários da seleção

Já nos Estados Unidos para acompanhar de perto a seleção da Colômbia, uma das adversárias do Brasil na próxima rodada dupla das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, Tite vive os seus primeiros dias à frente da equipe com a preocupação de se adaptar ao novo cargo, lembrando que durante toda a sua carreira comandou times. Por isso, falou em se "reinventar" como técnico à frente da seleção brasileira.

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"Quero me reinventar como técnico, tenho que acompanhar as seleções que vão enfrentar o Brasil. Mas tenho principalmente que buscar a adaptação, a proximidade e o acompanhamento dos atletas, com as grandes equipes, para ter um trabalho desenvolvido já para esses dois primeiros jogos", afirmou Tite , em entrevista ao SporTV, demonstrando preocupação em ter um contato mais direto com os jogadores.

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Nesta quarta-feira, em Chicago, ele vai acompanhar o duelo entre Colômbia e Chile pelas semifinais da Copa América Centenário. Os colombianos serão adversários do Brasil em 6 de setembro, na Arena Amazônia, pelas Eliminatórias da Copa. Quatro dias antes, Tite fará a sua estreia pela equipe em duelo com o Equador, em Quito, também pelo torneio classificatório.

"Especificamente agora é a Colômbia, o nosso segundo jogo. Gostaria que o Equador estivesse classificado, mas vou buscar com o pessoal da informática o Antes, eu estava voltado ao clube essa era a essência. O foco agora é outro", disse.

Com o Brasil em sexto lugar nas Eliminatórias, portanto fora da zona de classificação para a Copa, repetiu o discurso de que o Brasil pode ficar fora do Mundial na Rússia. Mas também destacou ter bom material humano à disposição, especialmente Neymar .

"Sim. Não sou demagogo, nem superdimensiono as coisas. É um momento importante, de retomada, em que preciso reciclar meu trabalho, me adaptar para me tornar um técnico de seleção e potencializar isso já nos próximos dois jogos. Mas também há muita qualidade em jogadores emergentes, que estão crescendo e tem muita qualidade. Temos um jogador extraclasse, o Neymar, e um grupo com muito potencial para crescer", comentou.