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Presidente do clube afirmou que discussões vão até a metade deste mês

O presidente do Milan, Silvio Berlusconi, afirmou nesta sexta-feira (03) ter dúvidas se a venda do Milan para investidores chineses será realmente concretizada neste mês.

Mosaico da torcida do Milan
Divulgação
Mosaico da torcida do Milan

"Agora estamos negociando com um grupo de fundos e uma empresa que vem da China, duas que faturam dezenas de bilhões e com uma participação no governo chinês. Não sei se conseguiremos concluir porque ainda não respondi a eles sobre os seus compromissos", disse o ex-premier italiano à rádio "Centro Suono Sport".

De acordo com o mandatário, os proponentes à compra ainda não demonstraram interesse "em levar o Milan como um protagonista na Itália, na Europa e no mundo". "O fim da negociação existirá apenas se eles se comprometerem neste sentido", contou ainda.

As afirmações de Berlusconi ocorrem na mesma semana em que o presidente afirmou estar otimista com as conversas e que venderia o clube "mas continuaria" no comando por "dois ou três anos".

"Nós tivemos contatos e negociações com uma dezena de grupos e demos passos adiantes. Mas, quando começávamos a falar sobre o futuro do Milan e nós colocávamos, preto no branco, sobre a necessidade de fundos anuais para levar o time a ser protagonista, ninguém queria assumir. Assim, descartamos também outras hipóteses, como aquela do grupo de países do petróleo [árabes]", disse ainda Berlusconi.

O presidente do Milan, que está no comando da equipe desde 1986, revelou ainda que as negociações para a venda do clube seguem até o dia "15 ou 20 de junho".

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