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"Hoje, isso não existe. Vamos ver se vai ter mesmo. Estamos de olho", disse o ex-jogador

O ex-atacante Ronaldo
Arquivo iG
O ex-atacante Ronaldo

Ronaldo Fenômeno não demonstrou muito confiança em relação ao Código de Ética que a CBF pretende adotar para regulamentar o comportamento de seus cartolas. Nesta quinta-feira, o jornal O Estado de S. Paulo revelou trechos do documento. Entre as regras previstas está a proibição de contratação de parentes. Há também veto a políticos com mandato, que não poderiam mais exercer cargos dentro da CBF.

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"Hoje, isso não existe. Vamos ver se vai ter mesmo. Estamos de olho", disse o ex-jogador nesta quinta-feira durante o lançamento de uma unidade de sua rede de escolinhas de futebol, no bairro do Morumbi, na zona sul de São Paulo.

Para Ronaldo, o mais importante é que seja criado um "sistema anticorrupção" no futebol. Os três últimos presidentes da CBF, que comandam a entidade desde 1989, estão envolvidos em casos de corrupção. José Maria Marin está em prisão domiciliar em Nova York e Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira são acusados pela Justiça dos Estados Unidos de recebimento de propina.

"Tem se falado pouco de todo o sistema corrupto que existe no futebol por causa do protagonismo dos últimos acontecimentos do nosso país. Mas o que temos de cobrar é um sistema anticorrupção", disse o ex-jogador.