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Quando rescindiu contrato com o Shandong Luneng, o treinador recebeu quatro propostas para voltar ao trabalho

Cuca pode voltar a trabalhar no futebol brasileiro em breve
China Photos/Getty Images
Cuca pode voltar a trabalhar no futebol brasileiro em breve

Marcelo Oliveira, Eduardo Baptista e outros treinadores que balançam no cargo ganharam um fantasma de peso nos últimos dias: Cuca decidiu que voltará a trabalhar, depois de superar um problema familiar.

Em dezembro, quando rescindiu contrato com o Shandong Luneng, da China, Cuca recebeu propostas de pelo menos quatro grandes clubes do Brasil. Para todos, a resposta foi a mesma: uma cirurgia da esposa o impediria de trabalhar nas primeiras semanas de 2016. 

“Era uma intervenção pequena, que, felizmente, correu bem”, diz Eudes Santos, auxiliar de Cuca há anos. “O problema está superado”, acrescenta, admitindo que o treinador já está disposto a ouvir propostas.

Dinheiro não deverá ser problema para o retorno ao mercado nacional. Além dos dois anos com salário superior a R$ 1 milhão por mês, Cuca embolsou de uma só vez R$ 5 milhões, devido à multa rescisória.

Pretendido há anos pelo Palmeiras, o técnico tem curtido “férias” na companhia da família, em Guaratuba, no litoral do Paraná. Entre os passatempos prediletos dele estão a ida à praia e a pescaria com amigos.

Na espera/  Exceto por Carlinhos Neves, toda a comissão técnica de Cuca na China segue desempregada. A ideia do técnico é levar auxiliar, preparador físico e de goleiros, fisiologista e fisioterapeuta para o novo clube.

Ótima forma/  Cuca aprovaria a contratação de Junior Urso, novo reforço do Atlético-MG. O volante foi o brasileiro que mais jogou sob o comando dele na China. Urso saiu para dar lugar a Gil.

Ignorado/  “Promovido” ao cargo de chefe do departamento de análise de desempenho, Milton Cruz (foto) não teve participação na contratação do zagueiro Maicon. Ninguém da diretoria o consultou antes de fechar o empréstimo com o Porto.

Sem comissão/  O marketing do São Paulo garante que não teve de pagar comissão pelos contratos com Fiap e Joly para as barras da camisa. “Quando existe comissão, é entre o cliente e a agência dele. Do São Paulo, não sai dinheiro para comissão”, garante Vinícius Pinotti.

Opção do chefe/  A Lusa brecou todas as negociações que tinha para reforçar o time. A ideia é que as quatro posições carentes sejam indicadas pelo novo treinador, Ricardinho, que estreou ontem. 

Renovação.../  O contrato entre Corinthians e Caixa terminará sexta-feira da semana que vem e, apesar de algumas reuniões nos últimos dias, a renovação do patrocínio máster parece distante.

...emperrada/  O Timão chegou a pedir R$ 37 milhões pelo novo contrato. Depois, topou manter os R$ 30 milhões, desde que tivesse a barra da camisa livre. Já o banco nunca ofereceu mais do que R$ 28 milhões por um ano.

Ação casada/  A demora nas conversas com a Caixa não causa desespero em gente importante do Corinthians. E a tranquilidade pode ter a ver com a negociação dos naming rights. Uma das empresas interessadas também queria a camisa alvinegra.

Dinheiro em caixa/  O acordo com o Esporte Interativo vai garantir R$ 40 milhões de luvas ao Santos. Quase toda a bolada estará à disposição do clube já nos próximos dias, apesar de o contrato valer a partir de 2019.

Retorno garantido/  Se não contar com no mínimo oito clubes até 2019, o Esporte Interativo se comprometeu a vender os direitos do Santos à Globo. Os R$ 40 milhões, consequentemente, seriam descontados do futuro vínculo.

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