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Marco Polo del Nero é alvo de investigação na CPI do Futebol, que está sendo conduzida pelo Senado Federal

Marco Polo del Nero, presidente da CBF, na Comissão do Esporte na Câmara dos Deputados
Alex Ferreira/Câmara dos Deputados
Marco Polo del Nero, presidente da CBF, na Comissão do Esporte na Câmara dos Deputados


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira manter decisão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Futebol que determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Polo Del Nero.

A quebra dos sigilos foi aprovada pela CPI no dia 20 de agosto, a partir de um requerimento de autoria do presidente da comissão, senador Romário (PSB-RJ).

Leia: CPI do Futebol quer documentos de investigações sobre federações estaduais

A defesa de Del Nero entrou com um recurso para impedir a quebra dos sigilos do presidente da CBF na última quarta-feira.

A CPI tem 180 dias para investigar possíveis irregularidades em contratos de partidas da seleção brasileira de futebol, de campeonatos organizados pela CBF, assim como da Copa das Confederações em 2013 e da Copa do Mundo de 2014.

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