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Jogadores minimizam queda na Copa do Brasil e confiam em manutenção de boa campanha nos pontos corridos

Uendel sofre a pressão de Marquinhos Gabriel no clássico entre Corinthians e Santos
Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians
Uendel sofre a pressão de Marquinhos Gabriel no clássico entre Corinthians e Santos


O Santos já vencia por 2 a 0, o Corinthians precisaria de cinco gols para avançar na Copa do Brasil  e a torcida em Itaquera, ainda que desanimada, manteve o apoio ao time. Diferentemente de outros tempos, as vaias e os xingamentos contra os jogadores do próprio time foram minoria perto dos cantos positivos entre os 37 mil no estádio. O gol de Romero, ainda que não valesse muita coisa, deixou torcedores animados.

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O motivo é simples: 2015 não acabou e faltam 18 finais para equipe manter-se na liderança e conquistar o Campeonato Brasileiro . São quatro pontos de vantagem sobre o Atlético-MG, segundo colocado. E domingo, contra a Chapecoense em Santa Catarina, a eliminação desta quarta-feira deve ser esquecida.

Quando Ricardo Marques Ribeiro apitou o fim do jogo, a torcida gritou que o “Brasileiro virou obrigação”, mas sem o tom de cobrança que era visto no Pacaembu, especialmente após uma eliminação em casa para um rival.

“A gente queria passar. A torcida fez a parte dela. As organizadas ficaram juntas, mas agora é tentar consertar as coisas e focar no Brasileiro”, disse Elias, poupado por Tite do jogo. Ralf, seu substituto, manteve a mesma postura. “Domingo tem jogo em Chapecó. Agora é já tentar esquecer a Copa do Brasil”, comentou.

Edu Dracena, reserva que entrou no segundo tempo com o jogo resolvido, lembrou que o time precisa aprender a jogar mata-mata, já que foram três eliminações em Itaquera em 2015 (para Palmeiras, Guaraní e Santos).

"O Brasileirão é o que resta. Mas tínhamos condições de brigar nas duas frentes. Todos jogadores gostariam de estar jogando e poderiam jogar. Mas infelizmente não conseguiu. Agora nos resta o Brasileiro”, disse o zagueiro. “Foram três eliminações em casa para nós. Temos de aprender jogar campeonato de mata-mata para que a gente não caia do mesmo jeito no ano que vem”, completou.

Renato Augusto também não esqueceu do Brasileirão para minimizar a queda em casa para o Santos. “A classificação do Santos veio no primeiro jogo. Vamos levantar a cabeça porque a gente tem grupo pra ser campeão brasileiro.”

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