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Clube chegou a conversar com chileno, mas coletividade são-paulina não aprovou chegada do ex-jogador do Palmeiras

O vice-presidente do São Paulo, Ataíde Gil Guerreiro, encerrou a novela envolvendo a contratação de Valdívia. Segundo o dirigente, a negociação durou 10 dias, mas fatores como o sinal negativo de membros do conselho deliberativo e da torcida pesaram para que a transferência não fosse realizada.

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"Quando surgiu a possibilidade de contratar o jogador, imediatamente pensei que ele, se fosse contratado, tomaria o lugar do Ganso que, para mim, é um dos melhores jogadores do futebol brasileiro na posição. Só que, ao conversar com o nosso técnico (Juan Carlos Osorio), ele disse que conseguiria montar um esquema capaz de colocar Valdivia e Ganso jogando juntos. A partir daí, conversei com o jogador e com o seu advogado. Só que, após analisar prós e contras, resolvemos deixar as coisas como estão. Há duas horas, falei com o advogado do Valdivia sobre a desistência do São Paulo. Isso é definitivo", afirmou o dirigente são-paulino à rádio Transamérica.

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A relação conturbada com o Palmeiras também pesou. “Conversamos um pouco para ver se chegaríamos a um acordo para o Valdivia jogar no São Paulo, e existia a nossa preocupação com as transferências de atletas no passado”, citou Ataíde Gil Guerreiro, relembrando as chegadas de Alan Kardec e Wesley, que defendiam o rival.

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