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Atletas teriam imitado macaco para o juiz Adalid Maganda; chefe da Liga mexicana nega acusações

Jogadores do Pachuca, um dos principais clubes do México, estão sendo acusados de terem cometido atos racistas dentro do vestiário antes da derrota por 3 a 2 para o Atlante, no último dia 4 de agosto, pela Copa MX.

Atletas discutem durante a Partida entre Pachuca e Atlante, pela Copa MX
Divulgação
Atletas discutem durante a Partida entre Pachuca e Atlante, pela Copa MX

O Comitê de Cidadãos em Defesa dos Naturalizados e Afromexicanos alega que atletas da equipe imitaram macacos quando o árbitro negro Adalid Maganda entrou no local para uma revisão de rotina.

"Estamos muito irritados com os comentários dos jogadores do Pachuca. Com esses gestos, eles ofenderam toda a comunidade afrodescendente do México", disse o presidente da entidade, Wilner Metelus.

Ele também denunciou que o juiz foi pressionado pela Comissão de Arbitragem da Federação Mexicana de Futebol a omitir as ofensas na súmula do jogo. Já Enrique Bonilla, chefe da Liga MX, a primeira divisão do país, negou que os jogadores tenham tido atitudes racistas e afirmou que houve apenas um episódio de "mau comportamento".

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