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Jogador pediu R$ 18 milhões em luvas para renovar o contrato que se encerra em julho. Clube só aceita se ele reduzir pedido

Guerrero em treino do Corinthians no CT do Parque Ecológico
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Guerrero em treino do Corinthians no CT do Parque Ecológico

A indefinição sobre a renovação de contrato de Paolo Guerrero com o Corinthians  ficou maior nesta quinta-feira após entrevista coletiva do atacante no CT do clube. Um dia depois de declarar à radio Copa, da Espanha, que tem um sonho de voltar a jogar na Europa  e que sua intenção era deixar o Corinthians depois do Mundial de 2012, o peruano voltou atrás e disse que a decisão sobre seu futuro passa apenas pela diretoria do Corinthians.

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O jogador terá seu contrato encerrado em 15 de julho e, se quiser, já pode assinar um compromisso com qualquer outro clube que seja válido depois desta data. O problema em relação à renovação de Guerrero com o Corinthians é a pedida do jogador, que em sua última conversa com o clube pediu R$ 18 milhões de luvas mais salários de R$ 500 mil. A justificativa para a alta pedida está na política de gastos desenfreados praticada pelo próprio Corinthians.

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"Estou pedindo o que está dentro das possibilidades do Corinthians. O Corinthians pagou um monte de dinheiro a outros jogadores que infelizmente não deram certo e nem estão mais aqui. Se o Corinthians não quiser (renovar), não quer", disse. O Corinthians pagava salários de R$ 800 mil a Alexandre Pato, que agora recebe metade do valor do São Paulo. 

"Eu não sei o que vai acontecer. Estou tranquilo, sou um jogador experiente e confio muito em mim. A decisão passa pela diretoria do Corinthians. Estou tranquilo e trabalhando com meus companheiros. Quero ficar no Corinthians, vou deixar bem claro isso", disse o peruano. 

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